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ENQUETE ABERTA

Com aumento de casos de Covid-19, Seduc faz consulta sobre retorno às aulas

A enquete começa nesta terça-feira (12) e a votação será finalizada na quinta-feira (14). Existem três opções para escolha

Postado em 12/01/2021 às 17:35

(Foto: Divulgação)

O aumento no número de casos positivos e suspeitos de Covid-19 nas principais cidades de Mato Grosso (13 passaram a integrar a lista de classificação moderada para contaminação da doença) levou a Secretaria de Educação de Mato Grosso a abrir consulta sobre o retorno às aulas. Uma enquete foi aberta nesta terça-feira (12) para que pais ou responsáveis pelos alunos opinem sobre o assunto. 

A Seduc-MT definiu para 8 de fevereiro o retorno às aulas. Inicialmente, o retorno seria em sistema hibrido, com aulas presenciais e à distância alternadas. Agora, a secretaria abriu consulta para escolher entre três modelos: presencial (100% dos alunos em sala de aula), híbrido (50% dos alunos em sala de aula, com revezamento) ou não presencial (100% dos alunos em casa com estudo on-line e off-line).

Para votar, pais ou responsáveis e os profissionais da educação deverão informar o número do CPF, o município onde os filhos estudam ou onde o profissional está lotado, e no caso dos pais quantos filhos estão matriculados na rede estadual de ensino.

Votos com CPF inválidos ou repetidos não serão computados.

Secretário de Educação, Alan Porto enfatiza que o diálogo será ampliado também com o Sindicado dos Trabalhadores no Ensino Público (Sintep), Fórum Estadual de Educação, União dos Dirigentes Municipais de Educação de Mato Grosso (Undime), Associação Matogrossense dos Municípios (AMM), senadores, deputados federais e estaduais.

“As aulas serão retomadas no dia 8 de fevereiro, mas o modelo vai depender da curva epidemiológica da Covid-19. Não vamos tomar nenhuma decisão irresponsável. Nossa maior preocupação é com a saúde dos nossos profissionais e alunos”, enfatiza Alan Porto.

De acordo com a secretaria, a decisão final será tomada levando em consideração a opinião de pais e responsáveis pelos alunos, a dos profissionais que estarão nas escolas, dos representantes da sociedade e os dados da Covid-19. “Já tivemos um grande prejuízo no aprendizado em 2020 devido à pandemia. O ensino presencial é indispensável, principalmente na fase da alfabetização. Mas este retorno só ocorrerá de forma totalmente segura”, garante Porto.

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