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VIDA

Dra. Cleusa Schwarz: “Ser obstetra é participar da vida da família para sempre”

Médica comenta que há meninas que ela ajudou a nascer e que hoje, 18 anos depois, já são suas pacientes

Postado em 31/12/2018 às 10:55 |

Segundo médica, "ser obstetra proporciona participar da realização do sonho do nascimento de uma nova família" (Foto: Portal da Cidade)

Há 18 anos atuando em Lucas do Rio Verde, a médica Cleusa Maria Schwarz recebeu o jornalismo do Portal da Cidade e contou como foi tomada a decisão de mudar-se, juntamente com seu marido, também médico, para Lucas do Rio Verde.

Fundadora e gestora da Clínica da Mulher na cidade, a Dra. Cleusa Schwarz é especializada em ginecologia e obstetrícia, além de ter cursado ultrassonografia.

SER OBSTETRA - Segundo ela, desde o segundo ano da graduação em medicina, cursada em Curitiba-PR, já houve um encanto pela ginecologia e pela obstetrícia, principalmente pela proximidade com o momento de surgimento de uma nova vida que as duas especialidades proporcionam.

“Ser ginecologista e obstetra é participar da vida da família desde o começo da gestação. Esta especialização proporciona um momento de partilha, com o casal, do sonho de ter um filho, do nascimento ou crescimento de uma família (...) pois mesmo que se passem 30 ou 40 anos, as recordações reportarão à médica que contribuiu para que aquele novo ser viesse ao mundo”.

Ela comenta ainda que, pelo tempo que já vive com seu esposo em Lucas do Rio Verde, já tem a oportunidade de atender moças em seu consultório que ela própria fez o parto: “eu já atendo moças de 16, 17 e 18 anos que eu fiz o parto e que hoje são minhas pacientes. Já é uma segunda geração de mulheres que já começam uma relação de confiança com a ginecologista (...) e é isso que faz com que eu me sinta tão gratificada pela profissão que escolhi”.

LUCAS DO RIO VERDE – A escolha por Lucas do Rio Verde como lugar de moradia e espaço profissional, conta a Dra. Cleusa, foi feita em conjunto com seu marido, o também obstetra André Luiz Thumé.

“Nós não queríamos permanecer em Curitiba, pois sempre pensamos em viver em uma cidade menor. Escolhemos Lucas do Rio Verde porque já tínhamos parentes morando aqui e porque recebíamos referências muito boas da região, tanto sob o aspecto econômico quanto na qualidade de vida oferecida. As perspectivas eram muito boas e, graças a Deus, todas elas se concretizaram”.


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